quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Voltinha do anoitecer – 12/11/2008

Uma bela tarde, com um sol Outono á mistura…evidente sinal de uma tarde de trilhos e pedaladas á mistura! Assim sendo estavam criadas as condições para partirmos para mais uma volta; eu e o David partimos do Vale de Horta por volta das 15h30 em direcção a Vale de Zebro, desfrutando sempre da longo descida até á passagem de nível, cada vez está melhor! Continuando assim em direcção á Concordança; rolando depôs ao longo da estrada militar até ao Monte Novo; seguindo até Valeira Alta; desbravando novos trilhos, longas descidas e medonhas subidas até Perna Seca de Cima; rolando por óptimos estradões até iniciar a louca descida até Barrocão do Telhado, altura esta que furei, perdido algum tempo e lá vamos nós a rolar por asfalto até Bemposta, seguindo assim por asfalto até ao Vale de Horta.

Esta ultima parte da volta foi praticamente feita já de noite, mas desta vez íamos prevenidos com luzes de presença (segurança assim de tudo).


Distancia percorrida: 35km

Asfalto: 13km

Dificuldade: fácil/média

Fotos da volta:

domingo, 9 de novembro de 2008

Por entre subidas e descidas areia e cascalho… - 09/11/200

Á partida esperava-se um grupo de 5 Bttistas…mas mais uma vez ouve os falhados do costume, já se vem a tornar um hábito! Contudo tivemos uma presença de peso, até digo mais um homem (Paulo Jorge) de grandes andanças do BTT em outros tempos, apesar de estar parado á já algum tempo portou-se bem nesta volta domingueira. A hora de partida estava combinada para as 8h:30m, mas a minha “burra” brindou-me logo com um furo (fruto da ultima aventura), problema resolvido eu (Ricardo), David e Paulo Jorge lá partimos… no Vale de Horta estava o bonito sol de Outono, seguindo assim na companhia deste até á zona do Casal do Balancho, aqui um belo nevoeiro que nos acompanhou até Bemposta.

Entre conversas de mecânica…há um pequeno toque entre mim e o David o que me leva a ter uma aparatosa queda em pleno asfalto, deixando algumas marcas em mim e na bike. Fizemos uma breve paragem no Café Aquários ainda em Bemposta para beber um cafezinho.

Refeitos do susto da queda, lá seguimos nós em direcção á longa subida até á Mata dos Ingleses, feita a subida por uns a sempre a rolar por outros a resmungar e a desmontar (Paulo Jorge), lá continuamos nos a rolar em plena Mata dos Ingleses a desfrutar dos estradões e das paisagens (5 estrelas) em direcção a São Miguel; desbravando então alguns trilhos na direcção ao Monte das Areias de Baixo; Casal Meirinho; Casal do Telhado; Vale dos Poços, iniciando aqui mais uma bela subida bastante rolante ate São Facundo, fazendo aqui uma paragem quase que obrigatório no café do Silveira. Restabelecidas as forças seguimos em direcção ao alto de São Facundo; começando aqui a longa e sempre divertida descida ate ao Monte de Carvalhal; seguindo pelo asfalto ate Vale de Horta.

Percorridos assim 41km, sendo apenas 3km em asfalto, uma volta que já não é a primeira vez a ser feita, não havendo assim trilhos novos…mas continua a ser sempre uma volta bastante completa e acima de tudo divertida, desta vez ainda mais com a presença de mais um Bttista.

Paulo Jorge para o fim de semana mais…e vai te preparando e não tenhas ideias de voltinhas para meninos, para meninos já temos os falhados!

Boa semana…


Fotos da volta:














quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Vale de Horta-Abrantes-Vale de Horta

Dia 1- 3/11/2008


Uma nova aventura, diferente das habituais que ultimamente nos vêm a ser bastante comuns…desta vez a aventura foi só a dois, eu (Ricardo) e Nuno, resolvemos fazer um teste as nossas bikes e a nós próprios! Vamos lá então dar inicio ao relato destas pedaladas….

Na segunda-feira arrancamos do Vale de Horta com destino a Abrantes, primeiro ainda pensamos em rolar sempre pelo asfalto até Abrantes, já que as condições climatéricas não eram as melhores…mas depois lá nos resolvemos em ir pelo nosso meio natural, a lama, os trilhos, os estradões e sempre um lugar novo a descobrir, assim sendo seguimos pelo asfalto em direcção ao recinto de festa de Bemposta, aqui iniciámos uma longa subida já minha familiar (a tal subida de 1,5km até á Mata dos Ingleses), chegando á Mata dos Ingleses seguimos com objectivo de ir até São Miguel, os trilhos até São Miguel estão espectaculares, muita lama, muitas poças de água, grandes valas das maquinas da lenha, cinco estrelas! Finalmente chegámos á estrada que vai de Bicas para São Miguel, um pouco desnorteados perguntas a uma senhora que se encontrava no local onde nos encontrávamos, entretanto chegou um grupo de lenhadores que nos deram algumas informações sobre os caminhos ali da zona…no fim da das informações, pensámos em seguir em direcção ao Tramagal, se bem pensamos melhor o fizemos, mas passados alguns km resolvemos tomar caminhos em direcção a São Miguel, já que a noite estava a cair, assim partimos rumo ao desconhecida, após algumas loucas descidas e umas assustadoras subidas lá chegámos a São Miguel, aqui paramos para restabelecer forças com umas barritas e tirar umas fotos. Restabelecidas as forças seguimos então em direcção a Abrantes, já era noite e nós sem qualquer iluminação…mas mesmo assim foi espectacular a descida até á Arrifana, mas depois da descida veio a longa subida até Abrantes, resolvemos ir direito á cidade já que era um pouco arriscado ir pela estrada nacional sem qualquer luz de presença…Com estes imprevistos lá chegamos ao nosso destino, eu a minha casa e o Nuno á sua.

Assim sendo fizemos 40km, com a presença sempre ameaçadora de chuva e algum vento á mistura, com muita lama e com muita diversão pelo caminho…Desde logo ficou combinado para o dia seguinte a ida para o Vale de Horta.


Dia 2 – 4/11/2008


Finalmente um ponto de encontro diferente do habitual, desta vez foi no nosso amiguinho das lavagens das “burras”, Elefante Azul. A hora combinada para a partida era 14h30, mas devido a alguns efeitos da lama do dia anterior perdemos algum tempo com afinações. Afinações feitas iniciou-se o nosso regresso á nosso terra natal (15h00), assim sendo lá vamos nós a rolar pelo asfalto até á ponte das areias, dando inicio aqui aos trilhos em direcção ao Casal do Meirinho; atravessando aqui o Rio Torto, (desde aqui até ao final da nosso volta foi sempre com os pezinhos molhados…e não só); passando pelo Casal do Telhado; Casal do Caldeiro; seguindo então em direcção á Bemposta. Altura esta que o Nuno sugere e muito bem em irmos beber algu quente, lá fomos nós para o café mas próximo beber um belo UCAL quentinho. Feita esta pausa inicia se assim mais uma etapa do nosso percurso…desta vez em direcção ao Casalão, Chaminé, seguindo então por asfalto pela estrada que liga Chaminé a Agua Travessa, com o objectivo de tomar os estradões da estrada militar. Rolámos assim pelo alcatrão, ultrapassando uma subida longa mas muito rolante, continuando a pedalar até ao cruzamento da estrada militar, já a luz do dia era pouca e nós mais uma vez sem qualquer fonte de luz!

Entrada na estrada militar e já se adivinhava muita lama e muita água…o Nuno brindou me logo com uma espectacular queda, numa poça gigantesca saca um espectacular cavalinho que termina com ele a cair de costa dentro da dita cuja poça e um brutal voo de sua bike, apesar de muita aparatosa não se registou nada de grave (alguns arranhões, mão dorida…), seguimos então pela estrada militar em direcção á Concordança, foi poça a trás de poça, lama e mais lama, brutal mesmo e isto já com muita pouca luz…chegando á Concordança iniciamos os trilhos em direcção ao Vale de Zebro, por entre descidas e vales lá chegámos ao Vale de Zebro, seguindo assim em direcção ao Vale de Horta. Apesar de ser já noite, ainda tínhamos uma longa e complicado subida…e que subida, aqui teve que ser mesmo desmontar das bikes e empurrar até ate ao cimo do monte.

Chegámos ao Vale de Horta completamente enlameados, encharcados mas super satisfeitos com esta aventura…percorremos assim 43km, com muita loucura diversão e com trilhos fantásticos.


Total Distancia: 83km

Tipo de Percurso: ­­­­­20km em asfalto, restante em trilhos, estradões repletos

de lama, muita água, areia, cascalho, muita pedra…

Mecânica: nos últimos km ficamos ambos sem suspensão, já que a grande

quantidade de lama e água não perdoou; alguma dificuldade em

meter mudanças e alguns barulhos estranhos na transmissão.


Algumas fotos: